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Técnica de Sobrevivência: Cálculo I

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Atualmente as redes sociais, por meio de meme, difundem a dificuldade clássica para a maioria dos estudantes que iniciam um curso superior na área de exatas.


A dificuldade está em passar na disciplina de Cálculo, mais precisamente não Cálculo I, base de todo curso de exatas.


O conceito de Cálculo na matemática é muito diferente aquele atribuído por uma pessoa no seu cotidiano. Trata-se de ferramenta matemática que permite estudar diversos fenômenos e eventos que ocorrem em determinadas situações.


Para seu estudo e compreensão é necessário o domínio de conceitos de Álgebra, Geometria Analítica, Funções e Trigonometria.



Se o leitor está pensando em realizar um curso na área de exatas, pode ser relevante aos seus estudos, realizar uma Avaliação Diagnóstica, para analisar seus conhecimentos nestas quatro áreas.


Em seus livros James Stewart, costuma disponibilizar, logo de inicio, uma avaliação deste tipo. Que tal realizar esta avaliação? Lembre-se que é sempre bom estar preparado.�…

Questão 55 – Processo de Promoção – Quadro do Magistério – Professor de Educação Básica II – Matemática – São Paulo

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No Caderno do Professor para o 6.º ano (antiga 5.ª série) do Ensino Fundamental da Secretaria de Educação de São Paulo, há certo destaque para atividades envolvendo escritas numéricas em outras bases, além da base dez, com a finalidade de promover a compreensão dos alunos de características do Sistema de Numeração Decimal. Em uma dessas atividades, um professor propôs que contassem uma determinada quantidade de pedrinhas na base cinco e que registrassem essa quantidade utilizando os algarismos indo-arábicos e o princípio do valor posicional. Se a quantidade de pedrinhas registrada foi (244)cinco o número de pedrinhas, escrita na base dez, é
(A) 488. (B) 122. (C) 87. (D) 74. (E) 37.
Solução: (D)
Para converter 244 que está na base 5 procedemos da seguinte maneira:
244 = 2 · 52 + 4 · 51 + 4 · 50 = 2 · 52 + 4 · 5 + 4 = 2 · 25 + 4 · 5 + 4

244 = 50 + 20 + 4 = 74

Questão 46 – Processo de Promoção – Quadro do Magistério – Professor de Educação Básica II – Matemática – São Paulo

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Escolhe-se uma entre três moedas. Duas dessas moedas não são viciadas e a outra tem duas caras. A moeda selecionada é lançada e é obtida uma cara. A probabilidade de ter sido selecionada a moeda de duas caras é
(A) 1/5. (B) 1/3. (C) 1/2. (D) 2/5. (E) 2/3.
Solução: (C)
Trata-se de uma questão envolvendo probabilidade condicional.
Seja V o evento “escolher a moeda viciada”, H o evento “escolher a moeda honesta” e C o evento “deu cara”, então:
P(V | C) = P(V∩C) / P(C)
(lê-se “a probabilidade condicional de ‘escolher a moeda viciada’ dado ‘deu cara’ é igual a probabilidade de ‘moeda viciada e cara’ dividida pela probabilidade de ‘deu cara’”).
P(V∩C) = P(V) · P(C | V)
(lê-se “a probabilidade de ‘moeda viciada e cara’ é igual a probabilidade de ‘moeda viciada’ multiplicada pela probabilidade condicional de ‘deu cara’ dado ‘escolher a moeda viciada’”).
P(C) = P(V∩C) + P(H∩C)
(lê-se “a probabilidade de ‘cara’ é igual a probabilidade de ‘moeda viciada e cara’ somado a probabilidade de ‘moeda honesta e cara’…

Questão 45 – Processo de Promoção – Quadro do Magistério – Professor de Educação Básica II – Matemática – São Paulo

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Os autores do volume 1 da coleção A Matemática do Ensino Médio fazem no capítulo 1 diversas e importantes reflexões a respeito do tema Conjuntos. Uma delas trata da série de implicações lógicas envolvidas na determinação das raízes de uma equação.
Analise a sequência a seguir, discutida por esses autores. Nessa sequência, as letras P, Q, R e S representam, cada uma, a condição sobre o número real x expressa na igualdade ao lado. Assim, P significa x2 + 1 = 0 etc.
(P) x2 + 1 = 0 (multiplicando-se por x2 – 1) (Q) x4 – 1 = 0 (R) x4 = 1 (S) x∈{–1, 1}
 A respeito das implicações P ⟹ Q ⟹ R ⟹ S, é correto concluir que
(A) todas são verdadeiras e pela transitividade conclui-se também que P ⟹ S, logo –1 e 1 são raízes da equação x2 + 1 = 0.
(B) todas são verdadeiras, mas a implicação P ⟹ S é falsa, logo, –1 e 1 não são raízes da equação x2 + 1 = 0.
(C) todas são verdadeiras, assim como a implicação P ⟹ S; entretanto –1 e 1 não são raízes da equação x2 + 1 = 0, pois a recíproca da implicação P ⟹ Q não é…

Questão 42 – Processo de Promoção – Quadro do Magistério – Professor de Educação Básica II – Matemática – São Paulo

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Segundo o livro História da Matemática, de Carl B. Boyer, o conceito de número inteiro é o mais antigo na matemática e sua origem se perde nas névoas da antiguidade pré-histórica. Este autor também afirma que, em relação às frações racionais, parece que
(A) os homens práticos das tribos primitivas não sentiram tão cedo a necessidade de usar frações, pois, para as necessidades quantitativas, podiam escolher unidades suficientemente pequenas.
(B) os homens práticos das tribos primitivas não sentiram tão cedo a necessidade de usar frações, com exceção dos antigos gregos que tinham muitos problemas geométricos para resolver.
(C) os homens práticos das tribos primitivas não sentiram tão cedo a necessidade de usar frações, com exceção dos antigos babilônios que tinham muitos problemas a respeito do cálculo das áreas de suas terras para resolver.
(D) os homens práticos da grande maioria das tribos primitivas logo perceberam a necessidade do uso de frações, pois os números inteiros eram insuficie…

Questão 41 – Processo de Promoção – Quadro do Magistério – Professor de Educação Básica II – Matemática – São Paulo

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Carl Boyer, em seu livro História da Matemática, apresenta e discute ideias de Euclides de Alexandria, que é o autor de Os Elementos. Para Boyer, os Elementos “não só constituem a mais antiga obra matemática grega importante a chegar até nós, mas o texto mais influente de todos os tempos. Foi composto em 300 a.C., aproximadamente, e foi copiado e recopiado repetidamente depois.” Os Elementos estão distribuídos em 13 livros ou capítulos. O primeiro livro começa com vinte e três definições, seguidas de cinco postulados e cinco definições comuns. Sabe-se que a negação do quinto postulado de Euclides tem uma importância vital para o desenvolvimento de outras geometrias: as geometrias não euclidianas. O quinto postulado de Euclides, segundo Boyer, é assim enunciado:
(A) em um sistema axiomático dedutivo, não existem proposições aceitas como verdadeiras para as quais não se exige demonstração, pois em geometria qualquer afirmação deve ser provada.
(B) a demonstração de um teorema geométrico e…

Latex Editor (Equações Matemáticas)

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