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Técnica de Sobrevivência: Cálculo I

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Atualmente as redes sociais, por meio de meme, difundem a dificuldade clássica para a maioria dos estudantes que iniciam um curso superior na área de exatas.


A dificuldade está em passar na disciplina de Cálculo, mais precisamente não Cálculo I, base de todo curso de exatas.


O conceito de Cálculo na matemática é muito diferente aquele atribuído por uma pessoa no seu cotidiano. Trata-se de ferramenta matemática que permite estudar diversos fenômenos e eventos que ocorrem em determinadas situações.


Para seu estudo e compreensão é necessário o domínio de conceitos de Álgebra, Geometria Analítica, Funções e Trigonometria.



Se o leitor está pensando em realizar um curso na área de exatas, pode ser relevante aos seus estudos, realizar uma Avaliação Diagnóstica, para analisar seus conhecimentos nestas quatro áreas.


Em seus livros James Stewart, costuma disponibilizar, logo de inicio, uma avaliação deste tipo. Que tal realizar esta avaliação? Lembre-se que é sempre bom estar preparado.�…

"Evolução" ou "Involução" nas Questões de Matemática

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A Teoria da Evolução de Charles Robert Darwin aplicada ao ensino da matemática, porque digo isso? Veja este relato:
Na semana passada comprei um artigo que custou R$ 1,58. Dei à balconista R$ 2,00 e peguei na minha bolsa 8 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.” Por que estou contanto este relato? Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por Cr$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda . Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por C…

Poema: Aula de Cálculo

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Limites, integrais, derivadas parciais. Nada me assusta mais... Nem o volume do paraboloide (que eu nunca encontro, e por isso, creio, sou um debiloide).
Surgem X’s, Y’s, Z’s e também a’s, b’s, Δ’s, θ’s e π´s. Ahhhh!!! Esse monte de alfabetos me dá arrepios. Sou um troiano sob o fio da espada grega ... Prisioneiro acorrentado a senos e cossenos, jogado a um canto escuro da regra da cadeia.
Sempre me perco, não tenho as coordenadas polares, cartesianas, cilíndricas como aliadas. Sou um pobre demente atado a uma cama com correias. Sendo dopado com doses duplas e triplas de antiderivadas. Meu enfermeiro, um vetor unitário em R3, me odeia ...
E se nem com pontos de máximo e mínimo traço um gráfico. Suicido-me, friamente, com a ponta seca do compasso. Meus colegas contemplam meu corpo e invejam minha paz. Limites, integrais, derivadas parciais. Nada me assusta mais...
Fonte: Finada Comunidade do Orkut: Cálculo? INTEGREI pra Deus.

"Teorema do Ordenado" de Dilbert

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Agora entendo o motivo do professor ganhar pouco ...
O "Teorema do Ordenado" de Dilbert estabelece que:
"A ignorância é o caminho mais curto para a riqueza"
Outros consideram o seguinte:
"Os professores, os engenheiros e os cientistas nunca podem ganhar tanto como os executivos e os comerciantes".
Pode parecer impossível, mas podemos demonstrar matematicamente este teorema partindo de dois postulados.
O leitor concorda que:
1º Postulado: "O conhecimento é poder".
2º Postulado: "O tempo é dinheiro".
A Física tem o seguinte axioma que é apresentado no Ensino Médio, e que todos conhecem (ou deviam conhecer):
Poder (Potência) = Trabalho/Tempo
Como Conhecimento = Poder, teremos:
Conhecimento = Trabalho / Tempo
E como Tempo = Dinheiro, temos que:
Conhecimento = Trabalho / Dinheiro
Portanto:
Dinheiro = Trabalho / Conhecimento
Assim, se "Conhecimento" se aproxima de zero, "Dinheiro" tende para o infinito, independentemente da quantidade de …

A decisão está em suas mãos!

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As vezes aprece alguma reportagem interessante e que vale a pena compartilhar.


Fonte: Revista Veja de 03 de junho de 2.015.


Quebra-Cabeça: "Encaixe se Puder!"

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O Poliedro encontrou um quebra-cabeça e pretende encontrar a solução.
Ainda bem que a Ariadne apareceu e lhe ofereceu uma ajudinha!




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No GeoGebra Web App abaixo você pode tentar resolver este quebra-cabeça.

Para ver melhor as peças posicione o cursor do mouse sobre a área do GeoGebra pressione a tecla "Shift" e gire a "rodinha" (scroll) do mouse para alterar o "zoom".
Lembrando que:
o ponto Azul move a peça;e o ponto Vermelho gira a peça;as quatro peças devem ficar encaixadas dentro do quadrado preto;as peças não podem ficar sobrepostas;

Você pode também acessar o GeoGebra Web App no link http://web.geogebra.org/app/?id=1293881.

Questão 55 – Processo de Promoção – Quadro do Magistério – Professor de Educação Básica II – Matemática – São Paulo

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No Caderno do Professor para o 6.º ano (antiga 5.ª série) do Ensino Fundamental da Secretaria de Educação de São Paulo, há certo destaque para atividades envolvendo escritas numéricas em outras bases, além da base dez, com a finalidade de promover a compreensão dos alunos de características do Sistema de Numeração Decimal. Em uma dessas atividades, um professor propôs que contassem uma determinada quantidade de pedrinhas na base cinco e que registrassem essa quantidade utilizando os algarismos indo-arábicos e o princípio do valor posicional. Se a quantidade de pedrinhas registrada foi (244)cinco o número de pedrinhas, escrita na base dez, é
(A) 488. (B) 122. (C) 87. (D) 74. (E) 37.
Solução: (D)
Para converter 244 que está na base 5 procedemos da seguinte maneira:
244 = 2 · 52 + 4 · 51 + 4 · 50 = 2 · 52 + 4 · 5 + 4 = 2 · 25 + 4 · 5 + 4

244 = 50 + 20 + 4 = 74

Questão 46 – Processo de Promoção – Quadro do Magistério – Professor de Educação Básica II – Matemática – São Paulo

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Escolhe-se uma entre três moedas. Duas dessas moedas não são viciadas e a outra tem duas caras. A moeda selecionada é lançada e é obtida uma cara. A probabilidade de ter sido selecionada a moeda de duas caras é
(A) 1/5. (B) 1/3. (C) 1/2. (D) 2/5. (E) 2/3.
Solução: (C)
Trata-se de uma questão envolvendo probabilidade condicional.
Seja V o evento “escolher a moeda viciada”, H o evento “escolher a moeda honesta” e C o evento “deu cara”, então:
P(V | C) = P(V∩C) / P(C)
(lê-se “a probabilidade condicional de ‘escolher a moeda viciada’ dado ‘deu cara’ é igual a probabilidade de ‘moeda viciada e cara’ dividida pela probabilidade de ‘deu cara’”).
P(V∩C) = P(V) · P(C | V)
(lê-se “a probabilidade de ‘moeda viciada e cara’ é igual a probabilidade de ‘moeda viciada’ multiplicada pela probabilidade condicional de ‘deu cara’ dado ‘escolher a moeda viciada’”).
P(C) = P(V∩C) + P(H∩C)
(lê-se “a probabilidade de ‘cara’ é igual a probabilidade de ‘moeda viciada e cara’ somado a probabilidade de ‘moeda honesta e cara’…

Latex Editor (Equações Matemáticas)

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